De janeiro a julho deste ano, a Polícia do Estado de São Paulo registrou mais de 27 mil ocorrências de veículos roubados. Essa informação é baseada em dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP). Nesse mesmo período, os Bombeiros foram acionados para socorrer 51 mil acidentes. E pior: todos eles tiveram vítimas.

Esses números confirmam a linha de pensamento utilizada pela HDI Seguros  para precificar suas apólices de veículos. No produto mais completo de Seguro Auto, Auto Perfil, em média, 42% do preço cobrado pela companhia é relacionado ao risco de colisão e 23% ao risco de roubo e furto.

Apesar das variáveis de percentuais de acordo com o perfil do seguro e região onde o veículo circula, devido a diferença dos riscos, a lógica seguida é a mesma. “Essa inteligência que empregamos na precificação é resultado de um estudo detalhado que fazemos da variável contextual em que os sinistros ocorrem”, explica Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros. “Assim sendo, 19% do custo é referente a custos de coberturas adicionais, como assistências 24h, reparo de vidros, danos morais, despesas médicas e hospitalares, entre outras; 14% considera riscos de danos a terceiros; e 2% o risco de morte e invalidez do motorista ou passageiros”, reforça.

Os dados oficiais dos órgãos públicos, que atestam o nível de segurança de cada cidade, o perfil do segurado, a idade, o modelo do carro e os hábitos de utilização do veículo entram na equação para calcular o preço final do seguro, levando em consideração o gênero dos condutores, a idade, estado civil, endereço de pernoite do veículo, existência ou não de estacionamento em locais fechados e o principal uso do veículo (deslocamento de casa para o trabalho, para a escola, etc.). Além disso, o segurado ainda pode contratar coberturas adicionais, como guinchos em caso de pane, indenização a danos aos vidros, retrovisores, faróis e lanternas do carro, por exemplo, e personalizar seu produto de acordo com sua necessidade.

E o segurado pode fazer todas essas alterações porque há um sistema robusto que suporta essa quantidade de informações. Na HDI, o Big Data é uma tecnologia crucial na estratégia de definição dos desenhos das apólices e de quanto o cliente deve investir para ter acesso às coberturas e assistências oferecidas.

“Temos atualmente 1,8 milhão de clientes no seguro auto, o que gera um volume de dados de 55 GB mensais. Conseguimos, com isso, uma precisão na avaliação de risco para uma precificação justa, refletindo exatamente o que o cliente quer, cruzado com o uso que ele tende a fazer de seu veículo”, detalha Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros.

A rapidez na análise das informações é outra vantagem destacada pelo executivo. De acordo com ele, o diagnóstico é feito rapidamente, o que beneficia tanto o cliente, quanto a companhia. “Hoje, o corretor consegue posicionar o cliente sobre o valor da apólice em aproximadamente 2 minutos, dando celeridade à tomada de decisão dele e, ao mesmo tempo, agilizando também o afinamento da nossa proposta, uma vantagem competitiva considerável”, exalta o executivo.  

FONTE: CQCS