O mercado de seguros faturou pouco mais de R$ 107,5 bilhões no ano passado. Segundo dados da Susep, essa soma representa um crescimento nominal (sem descontar a inflação acumulada no período) de 6,9% em comparação a 2017. Esses valores incluem o VGBL, mas, não foram computados o seguro saúde, que está sob a alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de previdência privada complementar aberta e a capitalização. O desempenho foi favorecido pela queda da taxa média de sinistralidade, de 47% para 45%, entre os dois períodos comparados. Contudo, houve um pequeno incremento, da ordem de 1,6%, dos sinistros ocorridos, para R$ 45,1 bilhões. Isso significa que, de janeiro a dezembro de 2018, o mercado devolveu para a sociedade, na forma de indenizações, benefícios e resgates, algo em torno de R$ 123 milhões por dia, incluindo finais de semana e feriados, ou ainda R$ 5,1 milhões a cada hora. Já as despesas comerciais, que incluem as comissões pagas aos corretores de seguros, cresceram 7,1% entre os dois períodos, somando R$ 26,4 bilhões ao longo do ano passado.