A saúde suplementar enfrenta um dos seus momentos mais desafiadores — e também mais dinâmicos. Entre a pressão por sinistralidade, a busca por modelos mais sustentáveis e a demanda crescente por acesso à saúde de qualidade, o setor precisa se reinventar sem abrir mão da essência: cuidar de pessoas.
De 20 colaboradores dedicados à IA ao maior crescimento de beneficiários de 2025: Cadu Martins, da Amil, explica como dados, prevenção e tecnologia estão transformando a gestão de saúde — e por que o tripé operadora, beneficiário e corretor precisa ser bom para todos ao mesmo tempo.
Apenas 5% das obras brasileiras têm seguro de risco de engenharia. Com quase R$ 1 trilhão investido no PAC desde 2023, obras do Minha Casa Minha Vida, energia solar, eólica e saneamento básico, o mercado está enorme — e praticamente inexplorado. Diego Alves, da Yelum, explica como o corretor pode entrar nesse segmento, quais são as mais de 30 coberturas disponíveis e por que o preço do seguro muitas vezes equivale ao de um seguro de auto para um prédio de R$ 40 milhões.
Como equilibrar tecnologia, personalização e sustentabilidade financeira num mercado que se transforma o tempo todo? Denise Carvalho, da SulAmérica, traz a visão de uma seguradora centenária que chegou ao 1 milhão de clientes no Rio e que aposta no corretor como peça insubstituível dessa equação.
O banco ataca o canal corretor oferecendo seguros. Mas o corretor tem algo que nenhum banco consegue replicar: o relacionamento real e os dados privilegiados do cliente. Lucas Cristino, do Porto Bank, explica como o consórcio é a porta de entrada para o corretor se posicionar como consultor financeiro completo — com consórcio, financiamento, crédito com garantia e previdência no mesmo portfólio.
Suzane Rodrigues, Gerente de Produto Auto da Porto, apresenta como o uso inteligente de dados pode transformar o corretor em consultor estratégico — e mudar para sempre a relação do cliente com o seguro.
Eduardo Grillo, Diretor Executivo Comercial da Suhai, traz dados e histórias reais sobre dois dos maiores desafios do mercado segurador: a eletrificação dos veículos e o enorme mercado de motos ainda inexplorado.
Apenas 18% dos brasileiros têm seguro de vida — e grande parte desse mercado ainda está em aberto. Milena Viana, da MetLife, mostra como as coberturas em vida já representam 65% das indenizações pagas, e como o corretor pode usar isso para fidelizar clientes, fazer crossell e se posicionar como consultor de longo prazo.
O corretor que não fala de vida não perde só receita — perde relevância. Marcelo Oliveira, da Icatu, explica como o corretor de auto pode dar o primeiro passo para o seguro de vida de forma natural, e por que quem liquida um sinistro de vida cria um vínculo que dura gerações.
Campainha, catálogo telefônico, telefone fixo, internet, IA — Fábio Maia, da Assim Saúde, faz uma retrospectiva improvável e divertida sobre como a prospecção mudou radicalmente e o que permanece constante: o relacionamento humano. Quem não for inteligente, vai ser só artificial.