A tecnologia deixou de ser um diferencial para se tornar condição essencial no mercado de seguros. Das plataformas digitais à automação de processos, passando pela experiência do cliente e pelos novos modelos de distribuição, a transformação digital está redesenhando a forma como seguros são vendidos, gerenciados e vivenciados.
O cliente chegou mais esperto, pesquisa com IA e sabe quando uma marca está empurrando venda. Taylane Thomaz, da Segbox, explica como a hiperpersonalização, o Open Insurance e o conteúdo educativo estão mudando a forma de prospectar e se relacionar no mercado de seguros — e por que o corretor que conseguir unir dados, tecnologia e conteúdo vai sair na frente.
Campainha, catálogo telefônico, telefone fixo, internet, IA — Fábio Maia, da Assim Saúde, faz uma retrospectiva improvável e divertida sobre como a prospecção mudou radicalmente e o que permanece constante: o relacionamento humano. Quem não for inteligente, vai ser só artificial.
O corretor que não fala de vida não perde só receita — perde relevância. Marcelo Oliveira, da Icatu, explica como o corretor de auto pode dar o primeiro passo para o seguro de vida de forma natural, e por que quem liquida um sinistro de vida cria um vínculo que dura gerações.
Suzane Rodrigues, Gerente de Produto Auto da Porto, apresenta como o uso inteligente de dados pode transformar o corretor em consultor estratégico — e mudar para sempre a relação do cliente com o seguro.
Alex Dias, CEO da Usebens Seguradora, revela por que 70% da frota brasileira ainda está fora do mercado segurador — e o que corretores, seguradoras e produtos precisam fazer juntos para mudar esse cenário.
400% de aumento nas cotações disponíveis no primeiro mês. Apólice emitida em 1 minuto e meio. Leandro Mirara, Diretor de Transporte da Allianz, conta como a digitalização resolveu o gargalo que deixava corretores sem resposta — e explica por que, paradoxalmente, a tecnologia que automatiza o operacional é o que permite ao subscritor ter mais tempo para estar ao lado do corretor nos riscos complexos que realmente importam.
Apenas 18% dos brasileiros têm seguro de vida — e grande parte desse mercado ainda está em aberto. Milena Viana, da MetLife, mostra como as coberturas em vida já representam 65% das indenizações pagas, e como o corretor pode usar isso para fidelizar clientes, fazer crossell e se posicionar como consultor de longo prazo.
Eduardo Grillo, Diretor Executivo Comercial da Suhai, traz dados e histórias reais sobre dois dos maiores desafios do mercado segurador: a eletrificação dos veículos e o enorme mercado de motos ainda inexplorado.
O banco ataca o canal corretor oferecendo seguros. Mas o corretor tem algo que nenhum banco consegue replicar: o relacionamento real e os dados privilegiados do cliente. Lucas Cristino, do Porto Bank, explica como o consórcio é a porta de entrada para o corretor se posicionar como consultor financeiro completo — com consórcio, financiamento, crédito com garantia e previdência no mesmo portfólio.